quarta-feira, março 07, 2012

MARATONA CYCLING INDOOR


Pela primeira vez nos Açores está a organizar-se uma mega maratona de cycling indoor, no Colégio do Castanheiro Fitness Center, para sócios e não sócios, com a duração de 4 horas.

Nesta maratona não há vencedores nem vencidos, há participantes que pretendem por o corpo a mexer, testar os seus limites e conviver. A sua realização não dependerá das condições Climatéricas, nem do estado do terreno, dependerá apenas da sua motivação, persistência e boa disposição! É uma oportunidade única, gratuita e será um sucesso se você participar! Os líderes desta “grande volta” serão Rigoberto Vital, Nuno Raposo, os irmãos RRLevi e, claro, Você!

Invista em si e liberte endorfinas, marque já na sua agenda, sábado dia 10 de Março das 10h às 14h.

Inscrições de 01 a 08 de Março

Informações:
                    962 822 485
                    rubenlevi74@gmail.com


Eu, a bicicleta e a cidade.

Foi hoje. Sem capacete, sem licras, sem luvas, nem sapatos de encaixe. Apenas com roupa do dia-a-dia e a bicicleta a servir de meio de transporte nas minhas deslocações. O dia pareceu ter sido escolhido a dedo para esta estreia urbana, já que fomos brindados com um autêntico dia de verão.


Já chateava andar a defender e a sugerir o uso diário da bicicleta e na hora H apenas abrir a porta, sentar-me e dar à chave no automóvel. Ao menos tinha que experienciar esta realidade.

Aproveitei a ida do carro para a revisão e fiz-me à estrada de bicicleta. A experiência não podia ter sido melhor. Até vim trabalhar com outro alento. Até o percurso feito soube-me a pouco. Até a hora de almoço foi a melhor dos últimos tempos. Satisfação é a palavra que melhor reflete o que senti.

Já todos sabemos das limitações de Ponta Delgada no que toca à circulação de bicicletas, cidade direcionada que está para a circulação automóvel. Na falta flagrante, em quantidade e qualidade, de locais de estacionamento específicos. Os próprios automobilistas não estão habituados a lidar com outros veículos que não os automóveis. E vivemos o impasse: As autoridades não apostam porque não estão sensibilizadas e porque não veem praticamente ninguém a andar de bicicleta. Nós não andamos porque as autoridades não criam as condições necessárias para o fazermos.

Mas se formos estar à espera que as estruturas e as condições apareçam, bem que nos podemos sentar. No fundo é o que fazemos, andamos todos sentados nos nossos carros, preocupados, a gastar, a poluir, a engordar. E os anos a passar…

Se calhar valia a pena mudar isso!

Rui Pedro Pereira, 2012-03-06

PS - Aproveito para publicitar o grupo "Eu Ando de Bicicleta em São Miguel" criado no Facebook, que conta concentrar num só espaço toda a comunidade virtual de utilizadores da bicicleta cá na ilha. Quem pretender aderir esteja à vontade.

sábado, fevereiro 18, 2012

O “meu” 2.º Raid BTT Cellulem Block…


Falar em “cenas à Cabral” nos meandros do enduro micaelense, é falar em incursões matinais (logo ao, ou antes do, nascer do dia), pelos locais mais inóspitos e improváveis, onde andar com as motas às costas é quase certo…
O protagonista destas “cenas” reservadas única e exclusivamente às motas, é o conhecido André Cabral, curiosamente o mesmo que avançou recentemente com a organização de eventos Raid dedicados às bicicletas. É curioso que tenha vindo alguém das motas apresentar um formato, que não sendo novo, não deixa de ser uma novidade na realidade atual das bicicletas, ainda para mais quando à sua volta nunca houve tanto dinamismo, organização, intervenientes, adeptos e praticantes como agora!

Independentemente da sua origem, o facto é que o formato, pelas suas características e acessibilidade, suscitou muita curiosidade e granjeou grande participação, mantendo um equilíbrio notável no número de equipas inscritas em ambas as edições, número muito próximo da meia centena. Muitas caras conhecidas, mas também muitas caras novas a aparecerem. Aliás, posso deduzir de conversas que mantive antes e depois deste evento, que algumas mais haverão, só que ainda presos a algo facilmente ultrapassável, o preconceito de não possuírem sentido de orientação!
Eu também não sou propriamente um GPS e acho que grande parte da graça do evento se deve ao seu percurso secreto e à existência do road-book.
E depois há a grande preocupação em não fazer má figura. Para se tirar o devido proveito de um evento destes, em vez de centrar a atenção na partida e na chegada, ou seja, partir rápido e chegar depressa, há que apreciar o que se passa pelo “meio”…


É deste “meio” que venho aqui falar, é este que para mim importa, porque senão poderia resumir a minha (nossa) participação assim: 7º lugar da geral em 43 equipas.
Ok, o lugar deixa-me satisfeito, mas não deixa de ser demasiado redutor, não é?!
Neste “meio”, nalguns locais de controlo reinava a descontração e a boa disposição. Havia fotógrafo de serviço. Surpreendentemente, até havia uma carrinha de uns controladores que exibia chouriços pendurados, aliás os mesmos foram devidamente confecionados à “bombeiro” e para além do consumo por parte de quem os confecionou, foram oferecidos aos participantes, tal como cervejas devidamente armazenadas! Não bebo bebidas alcoólicas, mas não resisti provar as rodelas de chouriço gentilmente oferecidas.
Pessoal que se levantou cedo numa manhã ranhosa de domingo, que apanhou vento, frio e chuva, para verificar o percurso, para marcar tempos, para verificar nomes de “santinhas”, de empresas e datas de postes de luz nas cartas de controlo dos ciclistas participantes e não estarem minimamente ralados com isso!

O tempo disponível para a realização de cada secção era suficiente, logo que não houvesse erros de maior na navegação. Foi engraçada a escolha da localização dos controlos 2 e 3 praticamente no mesmo local. Pior foi o túnel que tivemos de passar entretanto. Visibilidade reduzida (pelo menos para mim), camada de cascalho considerável devidamente revolvida e pedras com fartura, algumas pequenas, outras nem por isso!

O tipo de pisos percorridos foi novamente misto (terra/asfalto), desta feita, mais para os lados da Lagoa; A subida para os Remédios era engraçada, mas teria outra graça a descer; A especial cronometrada tinha uma zona inicial de trilho único peculiar, bem ao meu gosto, mas de resto era demasiado plana e rolante; Era preciso alçar a perna no tronco caído e levar a bike pelas paletes (parece que houve quem atirasse com a dita pelas paletes abaixo, eu não, minha rica bicicleta!); A data do poste nos Remédios ou estava bem escondida ou já estávamos a ver muito mal; Depois da Macela foi só acelerar… para quê? Para ficar ao frio à espera do minuto certo para controlar; Mesmo em cima da meta, mais uma prova que quem manda é o road-book e os km correspondentes, não o nosso conhecimento ou os outros. São as vicissitudes de um evento desta natureza. Um espetáculo!


Em suma, trilhos porreiros, animado convívio, ambiente alegre e descontraído, road-book certinho, vento, frio e chuva q.b. e claro, o chouriço à bombeiro… Até ao próximo!!!

Rui Pereira (e não Rui Ferreira como constava da lista de inscritos lol)

terça-feira, janeiro 31, 2012

PARABÉNS ACA

A nossa Associação fez no dia 30 de Janeiro o seu 3º aniversário. Ainda muito nova, mas já bem estruturada e organizada, continua a dar passos certos e competitivos nos nossos caminhos e nos nossos trilhos. Um bem haja para toda a estrutura e orgãos da ACA (Associação de Ciclismo dos Açores), assim como a todos os seus associados.
Muitos Parabéns!

Abc,

Rui Dias

quinta-feira, janeiro 12, 2012

2º RAID BTT CELLULEM BLOCK


A pedido da Organização do evento, aqui ficam os detalhes.

29 DE JANEIRO DE 2012

CLASSES
A participação neste evento é exclusivamente para equipas de 2 elementos, sendo 16 anos a idade mínima admitida.

ORDEM DE PARTIDA
A ordem de partida das equipas, será divulgada até ao final do dia 27.

HORA OFICIAL DA PROVA
Todos os concorrentes deverão acertar os seus relógios pela hora oficial PT (ligue 12151).

quarta-feira, janeiro 04, 2012

LICENÇAS DESPORTIVAS - 2012

A partir de Fevereiro começámos mais uma época de competições oficiais. Para termos garantias de que todos os interessados têm as licenças emitidas a tempo da 1.ª prova, as mesmas têm de dar entrada na Federação Portuguesa de Ciclismo com uma antecedência de 15 dias.

Desse modo, apelamos a que nos façam chegar todos os processos de filiação de clubes, dirigentes e atletas até ao próximo dia 20 de Janeiro.

Quaisquer processos que nos façam chegar em data posterior a 20 de Janeiro, não poderemos dar garantias de as licenças ficarem prontas a tempo, e não gostaríamos de ver ninguém com os seus objectivos desportivos prejudicados por esse facto.

Todos os boletins necessários podem ser descarregados a partir do menu FILIAÇÕES no site da ACA (www.aca.pt), excepto os boletins médicos para atletas de competição. Os custos inerentes à obtenção das licenças desportivas podem ser consultados no site da UVP-FPC (www.uvp-fpc.pt).

Os valores das inscrições para as provas serão definidos pelas entidades organizadoras das diversas competições.

Quaisquer dúvidas podem ser colocadas para geral@aca.pt

sexta-feira, dezembro 16, 2011

VI GALA DO CICLISMO REGIONAL - 16 de Dezembro 2011

Na próxima Sexta-feira, dia 16, a partir das 19h30 no Centro Cívico e Cultural de Santa Clara, terá lugar a VI GALA DE CICLISMO organizada pela Associação de Ciclismo dos Açores.

Nesta cerimónia a ACA premeia os atletas e equipas vencedores nas diversas competições oficiais de ciclismo que decorreram ao longo de 2011 e apresenta algumas das ideias chave para 2012.

É também o momento ideal para agradecer todas as entidades que contribuíram para o sucesso deste projecto:

- Câmara Municipal de Ponta Delgada – ANIMA/Cultura;

- Câmara Municipal de Ribeira Grande;

- Câmara Municipal de Nordeste;

- EML - Empresa Municipal de Lagoa;

- Direcção Regional de Juventude;

- Norte Crescente - ADL;

- ZON Açores;

- LIBERTY Seguros;

- Carreiro & Comp. Lda.;

- J.H. Ornelas;

- Contil, Lda;

- Agência Melo;

- Atlânticoline;

Fazemos desde já o convite e apelamos a todos os atletas, dirigentes dos clubes, familiares e simpatizantes, para que estejam presentes na cerimónia.

Trata-se de um momento importante para a modalidade e a presença de todos contribui de forma decisiva para o seu engrandecimento no contexto do desporto açoriano.

terça-feira, dezembro 13, 2011

O “meu” 1.º Raid BTT Cellulem Block…


Dia 27 de novembro de 2011. Faltavam cerca de dez minutos para as sete da manhã, quando com um misto de entusiasmo e apreensão desativei o despertador, ainda antes de este ter tocado.
Era cedo, já que tinha tudo preparado de véspera. Vestir o equipamento de licra, tomar o pequeno-almoço, encher a garrafa com água, carregar os bolsos da jersey com o telemóvel e barra de cereais, tirar a bicicleta do suporte de parede, afivelar o capacete, ajustar óculos e luvas, já são rotinas normais de domingo.

Normalmente quando elevo a bicicleta para o seu repouso, ela já vai limpa, lubrificada e com a pressão dos pneus verificada, pronta a usar. Para este domingo estava especialmente preparada. Para além dos normais cuidados baseados em spray de silicone e WD-40, a atenção tinha-se concentrado na montagem do suporte de road-book e de um relógio acertado ao segundo pela hora oficial PT.
A ocasião mereceu inclusive um ajuste de ar nas suspensões, da distância aos punhos das manetes de travão e verificação do aperto de alguns parafusos.

Preparar tudo à pressa e em cima da hora não é para mim. Comecei a usufruir deste evento ainda nem me tinha inscrito. As expetativas, as trocas de ideias, as brincadeiras, toda a preparação da bicicleta, do suporte de road-book e a sua melhor montagem, entre outros, fazem parte da festa!

No fim de semana que precedeu o evento, eu e o meu companheiro de equipa rumamos em direção às Sete Cidades para testar os suportes e apurar a leitura do road-book. Menos positivo foi o road-book utilizado datar de 2008 e pertencer a um passeio TT dedicado a jipes, revelando-se demasiado duro para bicicletas. Mas deu para perceber melhor a mecânica da coisa, pelo menos da minha parte.

Voltando ao dia do evento, tive de fazer a deslocação de casa ao local de partida de bicicleta. Ainda eram alguns km e foram feitos de forma calma e suave, não obstante os primeiros sintomas de alguma ansiedade. Deu tempo para chegar, levantar os dorsais, aplicá-los na bicicleta e ainda rir e descontrair um bocado com outros participantes, antes do briefing. Depois da primeira equipa sair, ainda tínhamos cerca de quarenta minutos de espera, já que os nossos números eram o 40 e 40-A.

Um pequeno constrangimento surgiu logo à partida, quando a organização nos entrega apenas um road-book! Como o ciclo-computador do meu primo não mostrava grande fiabilidade, tinha de ser eu a levar o road-book. Por coincidência, a minha experiência com os mesmos resumia-se ao passeio dos jipes efetuado de bicicleta no domingo anterior. O meu primo ficava responsável pela carta de controlo.

Desde logo tomei uma decisão, guiar-me pelos km totais e não pelos parciais, que poderia ter-se revelado errada, devido ao avolumar da margem de erro que normalmente acontece. Foi arriscado, mas correu bem, mesmo que para isso, enquanto esperava pelo meu parceiro que apresentava alguma falta de rodagem, por duas ou três vezes tivesse levantado a roda da frente da bicicleta e corrido alguns metros com ela pela mão, para reduzir a tal margem de erro. O facto é que nunca me enganei no percurso, tive apenas uma ou duas hesitações.

O percurso. A única crítica que ouvi é que tinha demasiado asfalto, mas até partiu de uma pessoa que nem participou no evento, apenas fez o percurso posteriormente. Aliás, também o fiz. Gostei bastante do mesmo, portanto, enquanto tinha o suporte de road-book montado foi aproveitar, desta vez de forma ainda mais descontraída.
Embora fosse delineado numa zona que conheço relativamente bem e por onde costumo andar, existem sempre trilhos que revelam ser agradáveis surpresas. Na minha opinião o percurso foi muito engraçado, acessível, variado e adequado ao evento e aos seus propósitos.

O minuto penalizado no controlo 2 e os dez minutos no controlo de chegada acabam por ser aceitáveis, mais chato foram os cinco minutos no controlo de passagem 2, onde talvez um lapso no registo da referência tenha dado lugar aos mesmos. Os tempos na especial foram medianos, aliás como a nossa prestação geral, com o décimo nono lugar obtido.

Para quem a componente competitiva estava relegada para segundo plano, os objetivos que passavam por usufruir de uma jornada de BTT em pleno foram alcançados, sendo que a diversão esteve sempre assegurada. O evento correspondeu às expetativas, houve convívio, entreajuda e conhecimento de novos trilhos.

A organização esteve à altura do evento, mesmo com uma participação acima do esperado. Foram 47 equipas, o que perfez a soma de 94 praticantes e bicicletas na estrada. Para primeira experiência e mesmo com uma divulgação limitada, o formato “Raid” despertou muito interesse e grande adesão. Sob pena de causar alguns constrangimentos, era importante corrigir dois aspetos em futuras edições. Evitar alterações à última da hora e ter um local próprio online, como um blogue, uma página de Facebook, etc., onde os interessados possam ir acompanhando todas as informações inerentes aos eventos.

Já se ouve falar numa segunda edição do Raid BTT a realizar em janeiro próximo. Acho bem. Tal como acho bem que se queira realizar apenas dois eventos por ano. Julgo que o limite estará nos três. Tal como ouvi em conversa no decorrer do lanche oferecido no final do Raid, convém não se deixarem levar pelo sucesso desta primeira edição, elevando o número de eventos para lá do razoável, tal como a sua extensão e grau de dificuldade. Senão corre-se um sério risco de fazer uma rápida triagem automática e limitar o evento aos vinte ou trinta que levam o ciclismo mais a sério.

Para mim, o formato Raid BTT é mesmo o ideal. Parabéns a todos os responsáveis pela iniciativa!

Rui Pereira

quarta-feira, novembro 30, 2011

I CROSS TOWN "PORTAS DO MAR" - Regulamento Técnico Particular

I CROSS TOWN "PORTAS DO MAR"

1 de Dezembro de 2011

Regulamento Técnico Particular

Artigo 1. Organização

O I CROSS TOWN"PORTAS DO MAR" é organizado pelo Clube NC, com sede na Rua do Rosário, 18‐E, 9545‐430 Santo António PDL, sob a égide da Associação de Ciclismo dos Açores, de acordo com os regulamentos da UVP‐FPC.

Disputa‐se no dia 1 de Dezembro de 2011.


Artigo 2. Tipo de prova

O I CROSS TOWN "PORTAS DO MAR" é uma “prova aberta”, sendo admitida a participação de todas as categorias.


Artigo 3. Participação

Podem participar quaisquer atletas portadores ou não de licença desportiva de competição para a época 2011, uma vez que serão disputadas 3 corridas distintas.


Artigo 4. Secretariado

O secretariado da prova realiza-se no dia 1 de Dezembro nos horários abaixo indicados:

Corrida C1 - Escolas de Ciclismo, das 12H45 às 13H15

Corrida C2 - Promoção, das 12H45 às 13H15

Corrida C3 - Federados, das 13H45 às 14H30


Artigo 5. Percurso

O I CROSS TOWN "PORTAS DO MAR" será disputado num circuito desenhado na integra no recinto das "Portas do Mar", tendo uma extensão aproximada de 4Km.


Artigo 6. Equipamento

Apenas será admitida a participação a atletas com bicicletas de BTT, sendo a roda mínima permitida de 26x1.80 ou 29x1.80.

O uso de capacete devidamente afivelado durante todo o percurso é obrigatório.


Artigo 7. Zona de Abastecimento/Área Técnica

Haverá uma zona de abastecimento/reparações devidamente definida e identificada.


Artigo 8. Classificações

Haverá uma classificação geral individual por escalões, desde os benjamins aos veteranos B/C.

Na corrida C2 - Promoção, haverá uma classificação geral individual para masculinos e femininas.


Artigo 9. Troféus

No final do I CROSS TOWN "PORTAS DO MAR" serão atribuídos troféus aos três primeiros classificados de cada uma das categorias em competição.


Artigo 10. Cerimónia Protocolar

No final da corrida C3 - Federados, serão entregues os troféus de todas as corridas.

Todos os atletas com direito a receber algum troféu devem comparecer no local da cerimónia protocolar, sob pena de desclassificação, salvo motivos devidamente justificados à direcção da prova ou aos comissários.


Artigo 11. Penalidades

Aplicação da tabela de penalidades do regulamento da UVP-FPC.

segunda-feira, novembro 28, 2011

I CROSS-TOWN PORTAS DO MAR - 1 de Dezembro


O CLUBE NC, em parceria com a Associação de Ciclismo dos Açores, leva a efeito no próximo dia 1 de Dezembro a partir das 13h00 o “I CROSS-TOWN – PORTAS DO MAR”, uma prova de BTT que irá decorrer num circuito desenhado no Complexo das Portas do Mar.
É uma prova aberta a todos os interessados e conta com o apoio da Associação Portas do Mar. A data escolhida (1 de Dezembro) tem a ver com o facto de ser o Dia Mundial da Luta Contra a SIDA, razão pela qual esta iniciativa conta igualmente com o apoio da ARRISCA – Associação Regional de Reabilitação e Inserção Sócio-Cultural dos Açores e da Comissão Regional de Combate à Infecção por HIV SIDA.
No dia 1 de Dezembro irão existir 3 corridas distintas:
- 13h30 será a corrida destinada a todos os miúdos até aos 14 anos de idade. O número de voltas a percorrer pelos mais novos será feito em função dos escalões etários, ou seja, Benjamins (7 e 8 anos), Iniciados (9 e 10 anos), Infantis (11 e 12 anos) e Juvenis (13 e 14 anos). A duração máxima desta prova será de 30 minutos;
- 14h15 será a corrida para todos os maiores de 15 anos, que não tenham qualquer tipo de licença desportiva, ou que tenham licença de betetista ou cicloturista. Será a chamada corrida de promoção e o número de voltas será definido de modo a que a duração da mesma não exceda os 45 minutos. Haverá distinção entre masculinos e femininos na classificação final;
- 15h30 será a corrida destinada a todos os atletas que possuam licença desportiva. Os escalões em competição serão os de Cadetes (M e F), Juniores, Sub23/Elites; Veteranos A, Veteranos B/C, Femininas (Sub-23/Elites/Veteranas). O número de voltas será definido de modo a que não se ultrapasse os 60 minutos de prova.
O circuito será desenhado de modo a aproveitar o recinto das Portas do Mar na sua totalidade. No fundo será o juntar da secção de atletismo e ciclismo que é usado para a realização do triatlo. A zona de meta será na plataforma superior.
Serão corridas relativamente curtas, onde se irá privilegiar o espectáculo. O circuito não terá grandes dificuldades técnicas nem serão montados obstáculos artificiais. Queremos que seja sobretudo uma jornada de divulgação do ciclismo, fazendo-o num local de grande visibilidade.
As inscrições para o I CROSS-TOWN Portas do Mar podem ser feitas até à próxima Quarta-feira (dia 30 de Novembro) na loja Carreiro & Comp., em frente ao Mercado da Graça em Ponta Delgada.
A inscrição é gratuita para todos os atletas com licença desportiva, e para todos os miúdos dos 7 aos 14 anos. Para os atletas com mais de 15 anos, mas sem licença desportiva (promoção), o valor da inscrição é de 5,00 €.
Em relação aos pneus, a medida mínima permitida será 26x1.80 ou 29x1.80. Não vale a pena começar a pensar em montar pneus de “estrada” nas BTT.

Quaisquer dúvidas por for contactem clubenc@gmail.com

terça-feira, novembro 15, 2011

1.º RAID BTT CELLULEM BLOCK - 27 de Novembro de 2011

LISTA DE INSCRITOS 1

Com organização a cargo do motard André Cabral, terá lugar no próximo dia 27 de Novembro, o 1º Raid BTT Cellulem Block. Trata-se de um evento de lazer, de dificuldade técnica e física acessível a todos os betetistas. É um evento de orientação através de road-book, realizado por equipas de 2 elementos.

As inscrições decorrem na loja Carreiro & Comp. Lda. até ao dia 25 de Novembro e têm um custo de 7,50 € / pessoa.

Todos os pormenores do evento poderão ser consultados no regulamento que se encontra disponível para download.

Regras Principais Raid Btt v4

quarta-feira, novembro 02, 2011

II TRIATLO INTERNACIONAL - PORTAS DO MAR


Como é do conhecimento geral, realiza-se no próximo domingo, dia 6 de Novembro, o II Triatlo Internacional Portas do Mar, iniciativa que se desenrola na zona que lhe dá nome e que conta com o apoio organizativo da Associação de Ciclismos dos Açores.
Apelamos a todos os nossos federados que tenham interesse em participar neste evento que façam a respectiva inscrição até à próxima sexta-feira, através do site da Associação Portas do Mar.
Caso desejem fazer equipa mas não tenham ainda os companheiros, contactem a organização uma vez que existem atletas das outras modalidades que também o pretendem fazer, podendo as equipas ser formadas desta forma.
No caso do ciclismo o percurso é composto por 5 voltas a um circuito (4 km) definido entre a Avenida João Bosco Mota Amaral e a Rotunda de Belém, com uma secção no recinto das Portas do Mar e a ligação entre a zona de transição com mais 1 Km.
A organização preparou troféus para diversas categorias, havendo também prémios para os melhores percursos de cada modalidade e um pequeno lanche convívio no final.

Contamos com a vossa presença.

sábado, outubro 22, 2011

GRANDE PRÉMIO NORTE CRESCENTE - Reportagem completa

Reportagem completa dos 2 dias do GP NORTE CRESCENTE que passou no programa Bom dia, no passado dia 4 de Outubro. Fossem todas as reportagens assim ;)

Começa ao minuto 38.

Bom dia 20 de Outubro 2011

Reportagem sobre o 6.ª Encontro dos Escalões de Formação realizado no passado dia 15 de Outubro no Pinhal da Paz.
Minuto 38.

quarta-feira, outubro 12, 2011

VI Encontro de Escolas de Ciclismo - 2011 promovido pela ACA.

Decorre este sábado, a partir das 10h00, na Reserva Florestal do Pinhal da Paz, o VI Encontro de Escolas de Ciclismo - 2011 promovido pela ACA.

Este evento marca o final da temporada desportiva para os mais jovens e apresenta-se como uma oportunidade para, junto com os treinadores e responsáveis pela formação dos nossos futuros campeões, encerramos o ano em festa.

É muito importante para as crianças e adolescentes a presença de público a apoiar, incentivar e também a corrigir e dar conselhos, pelo que a ACA apela à presença de todos os que possam participar desta iniciativa.

As corridas para os diversos escalões (desde benjamins até juvenis) não têm qualquer custo para os participantes pelo que, mesmo os miúdos que não estejam federados podem participar desde que se apresentem com uma bicicleta e capacete.

As inscrições podem ser feitas desde já para o mail da ACA em aca.acores@gmail.com bastando indicar o nome completo e a data de nascimento do participante, terminando na sexta-feira, dia 7, às 18h00, em ordem a podermos solicitar a emissão dos seguros para os não federados.

Contamos com todos

sábado, outubro 01, 2011

4H BTT CONTIL/TOSHIBA


As 4H BTT CONTIL/TOSHIBA marcaram da melhor forma possível o fim da época de BTT em 2011. Foi um ano “intenso”, onde muita coisa se passou e onde o BTT micaelense de seu a conhecer de uma forma muito positiva em terras do continente. Para isso muito contribuíram as presenças assíduas de atletas como o Tiago Ferreira, Tiago Santos ou Celina Carpinteiro. NO Nacional de XCO este ano, os Açores foram vistos com outros olhos por parte dos nossos colegas continentais, desde atletas, a dirigentes. Muito bom sem dúvida.

A prova de dia 25 surge depois de umas semanas de férias, onde mesmo a malta que costuma levar a competição mais a sério, compareceu com o objectivo de passar um dia o mais agradável possível, junto de colegas e amigos. O ambiente que se gerou em torno da prova foi muito bom e era isso mesmo que a malta precisava nesta fase.

Não é fundamental referir quem venceu… os resultados já foram seguramente analisados à lupa por quem acompanha com mais afinco esta modalidade. Mas destaco a entrega que todos tiveram, no sentido de alcançar o melhor desempenho possível, dentro das suas possibilidades. Não resisto a destacar o momento da corrida em que a Raquel e a Mafalda “obrigaram” o Rui e o Cordovil a “secar” umas quantas voltas na zona de assistência… lol. Foi bonito e foi um momento que serve na perfeição para enquadrar o que estou a escrever, daqueles que nos fazem lembrar o porquê de estarmos todos aqui a partilhar as nossas experiências e aventuras em cima das 2 rodas.

Confesso que sinto algumas das saudades dos dias em que vinha diariamente ao biklas para me divertir com as asneiras que por aqui se diziam. Aceito que está muita nostalgia aqui no que escrevo, mas quem acompanhou este blog desde o início sabe perfeitamente do que estou a falar.

Voltando às 4H… O cenário das Furnas é algo de incontornável, quando falamos das 4H BTT CONTIL/TOSHIBA. Mas a maior fatia de responsabilidade no sucesso desta iniciativa, que já vai em 3 anos consecutivos, é sem dúvida o empenho que os responsáveis da Contil empregam neste evento. É tudo pensado ao pormenor para proporcionar as melhores condições possíveis a todos o que se deslocam á Furnas, quer para participar, quer simplesmente para acompanhar aqueles que vão pedalar. Água, fruta e massas com fartura e o sorteio de um televisor que teima em não vir para a casa certa…. lol.

Agora é tempo de começar a reflectir sobre a época que agora termina e começar a planear os próximos tempos. Quem pensar que o crescimento desta modalidade depende apenas de quem organiza e dos apoios que são alcançados, está muito enganado. O sucesso de tudo isto passa em grande parte por todos aqueles que actualmente se encontram ligados à modalidade, desde atletas, a dirigentes, equipas ou simples simpatizantes.

Cabe a todos passar uma mensagem positiva da modalidade, cabe a todos contribuir para o aparecimento de novos praticantes, sensibilizando os mais desatentos para a importância da obtenção das licenças desportivas ou tão-somente das licenças de cicloturismo ou betetista. Com a ajuda de todos, com a união de todos, teremos condições para continuar a fazer crescer esta modalidade, algo que se revela de extrema importância nesta fase particularmente complicada.

Fiquem bem!

sexta-feira, setembro 16, 2011

Percursos a pedais…

Decorria o mês de novembro de 2008 quando decidi voltar a ter uma bicicleta. Depois de um longo período de ponderação, diversos fatores apontavam esta como uma boa opção.

Bicicletas - Onda de entusiasmo contagiante!

Por cá, começava-se a ouvir falar muito de bicicletas, de exercício sobre bicicletas, de provas de bicicletas. A escolha da marca e do modelo não foi muito complicada. Não fazendo uso de um discurso demasiado comercial ou publicitário, nunca escondi nem o meu gosto por uma especial marca americana, nem a relação de amizade que mantenho com as pessoas que dão a cara pela empresa que representa a mesma. Eleito o segmento de BTT, pela sua abrangência ao nível da utilização e gama de entrada de baixo custo, tendo em conta a minha qualidade de iniciante, queria no entanto uma base minimamente capaz de corresponder aos propósitos desta experiência.

Bicicletas – Começar e evoluir com entusiasmo mesmo perante os obstáculos!

Estava na hora de enfrentar os trilhos. A coisa nem sempre foi pacífica. No meu pequeno e desinteressante currículo constam pelo menos duas quedas que me abalaram os pensamentos. Mas no geral, não contrariaram o crescente entusiasmo e gosto que nutria por estes simples veículos a pedais.

Bicicletas – Necessidade ou desejo?!

Menos de um ano depois estava a negociar a troca da Hardrock. Curiosamente este momento foi decisivo também no que toca à forma como passei a encarar as bicicletas e o BTT. Entre uma HT vocacionada para a competição e uma FSR vocacionada para a polivalência e divertimento, ganhou a trail de suspensão total. Ganhou o lazer.

Bicicletas – Desafio sim, sacrifício não!

Nunca tive uma relação muito próxima da competição, aliás, depois de umas experiências esporádicas assumi definitivamente uma posição contrária à mesma, privilegiando a forma mais descontraída de encarar o ciclismo. A competição e a sua evolução implicam demasiado uma palavra que não se adequa a algo que me dá prazer fazer – sacrifício. E a diversos níveis. Esta é uma visão que poderá não agradar muito a quem faz da competição o seu cavalo de batalha, mas sinceramente não consigo ver as coisas de outra maneira.

Bicicletas – Privilegiar a simplicidade!

Se numa primeira fase a ideia era ter mais, ter melhor, como algo indispensável para poder fazer o que me propunha, atualmente tenho vindo a ajustar este comportamento, até porque cheguei à conclusão que muitas vezes, menos é mais!

Bicicletas – Estrada com estilo clássico!

Fundindo esta visão com um gosto especial que tenho por linhas clássicas e retro, em que as bicicletas não são exceção, adquiri a minha primeira bicicleta de estrada. Dispensei o alumínio e muito mais o carbono. O seu peso é-me indiferente, tal como o estatuto dos seus componentes e a eficácia da sua geometria e aerodinâmica. Simplesmente formulei mentalmente uma série de questões que teriam de ter resposta afirmativa:

- É adequada para as minhas necessidades e utilização?
- Tem um estilo clássico inconfundível?
- Tem um baixo custo de aquisição e manutenção?
- É robusta e fiável?

… É esta que eu quero!

Bicicletas – Desporto, mas também utilidade!

Depois desta aquisição tenho vindo a desbravar um mundo até agora pouco conhecido para mim, onde as bicicletas são veículos extremamente simples e são valorizadas pela sua essência, pelas suas raízes, pelo seu lado prático, pela sua utilidade. Em vez de uma visão unicamente associada ao desporto e à competição, onde as bicicletas acabam por ser encaradas como um “extra”, e em muitos casos como um “luxo”, pelos avultados valores que atingem.

Bicicletas - Há espaço para todas, falta é mentalidade para isso!

Mas todos os males fossem estes… Males são as nossas cidades estarem concebidas para os carros e não para as pessoas. É dar-se prioridade à circulação automóvel, o que não corresponde exatamente à real mobilidade das pessoas. É contribuir para a poluição do ar que respiramos. É esquecer os transportes públicos, os peões e claro, algo tão simples e básico, mas que pode fazer toda a diferença, a bicicleta.

Bicicletas – Falta de visão prática, utilitária e ambiental!

Pouco se faz e pouco se quer fazer, num meio onde os automóveis reinam, tal como reinam os espíritos comodistas dos seus proprietários. O que se faz nem sempre é bem feito. Os parques de bicicletas para além de escassos são obsoletos e as ciclovias que têm um piso vermelho bonito, continuam a relegar as bicicletas para um espaço que não lhes pertence, mas sim aos peões. As bicicletas precisam de circular, têm de ser úteis, têm de nos levar aonde for preciso. Ganhamos nós, ganham as cidades, ganha o ambiente.

Bicicletas – Elemento integrante para a qualidade do futuro!

No entanto, há países e cidades que são excelentes referências, há muita gente a dar exemplos fabulosos de atitude e comportamento. Basta irmo-nos inspirando e adaptando.

Basta querer…

Rui Pereira