segunda-feira, março 28, 2011

XCO#1 CUCOS - 27 de Março de 2011







Sobre as imagens muita coisa haveria para dizer mas, pelo menos por enquanto, fico-me apenas por isso mesmo… pelas imagens. Julgo que transmitem na perfeição o que me apetece dizer e o que me vai na alma. Fica à consideração dos entendidos.

Fiquem bem!

7 comentários:

Sérgio disse...

E para os menos entendidos (que infelizmente há muitos por aí!) deve-se dizer o seguinte: Criticaram tanto o Cerrado dos Bezerros, que não havia condições de correr, que era perigoso, etc, etc...e aqui está uma prova do Nacional de XCO com mais lama ainda!! Até á data acho que ainda não houve nenhum pedido de anulação da prova...pois é, nem reclamam!!!

Kadete disse...

Realmente, palavras para quê? «
O corredor da ASC-Bravus Curas e habitual membro da Selecção Nacional/Liberty Seguros foi o homem que se adaptou melhor às enormes dificuldades do percurso, que a chuva enlameou e tornou muito pesado. Contra tudo e todos, Mário Costa foi o mais forte e ganhou a corrida, diante de Tiago Ferreira (BTT Seia) e do japonês Kohei Yamamoto (Anchor), segundo e terceiro, respectivamente.

Mário Costa, campeão nacional de ciclocrosse na categoria de sub-23, recorreu às suas faculdades nessa disciplina para ganhar sem margem para dúvidas. Num terreno em que a lama obrigava a várias corridas a pé, com a bicicleta pela mão, Mário Costa cortou a meta com 2m55s de vantagem sobre Tiago Ferreira, tirando proveito da técnica adquirida no ciclocrosse» FPC.pt

Kadete disse...

Entre um campeão de xco e um campeão de coiclocross não é preciso perguntar ao diabo para sabermos quem vai ganhar!

jormed disse...

Em 2009 o Mário Costa foi Vice-campeão Nacional em Juniores atrás do Marinheiro.
Em 2010 foi campeão Nacional de Sub-23 na sua estreia nesse escalão.
Em 2011 vence a prova de abertura da Taça de Portugal de XCO na categoria de Sub-23/Elites.

O Mário Costa é neste momento campeão nacional em título de XCO e de Ciclocrosse (em Sub-23).

Sérgio disse...

Opá..e eu que fiquei com a ideia que o rapaz só sabia andar a pé com a bicicleta! Parece que ele sabe utilizar os pedais também...

Luis Alves disse...

Boas pessoal.

Realmente esta prova foi diferente, para alguns continentais, para os Açorianos nem por isso, que o digam o David, o João Medeiros ou o Torres.

Só escrevo aqui para dizer que quando fiz a volta de reconhecimento a pé ao circuito este estava todo seco, sem dificuldades aparentes, só que a partir das 15horas começou a chover e aí começou o lamaçal e o circuito que de manhã era demasiado fácil tecnicamente tornou-se mais difícil.

Depois de terminados os treinos, e depois de novamente examinado à lupa o circuito foi equacionada e levada à reunião de directores desportivos a hipótese de se eliminar a última zona do circuito e substituir por uma alternativa, não pela lama em si mas sim por questões de segurança.

O que aconteceu foi que desde directores desportivos Portugueses a Italianos, Espanhóis, Checos e até uma atleta Estoniana de nome Maaris Meier, e muitos mais foram de uma opinião unânime e disseram que aquilo era XCO, e se tirassem as dificuldades que o traçado tinha aquilo deixava de ser uma prova de XCO. E também disseram que XCO não era estrada e um atleta de XCO tem de ter técnica.

Como o piso ficou mais degradado, o número de voltas previsto pela organização teve de ser revisto, era a única coisa que havia a fazer.

Em suma, os atletas com mais dotes técnicos tiveram vantagem em relação a outros menos dotados tecnicamente. Por acaso vi o David Morais a descer nos treinos e dos que vi era dos que descia melhor, escusado será dizer que grandes atletas mas menos dotados tecnicamente ficaram a perder.
Agora pergunto: será isto tirar o mérito a que tem técnica e será isto pôr a verdade desportiva em causa?

Abraços

Kadete disse...
Este comentário foi removido pelo autor.