segunda-feira, março 31, 2008
lagoa do fogo
domingo, março 30, 2008
BTT... Hardtail On road!!!
Só pela paisagem q se tem por ali acima, já vale a pena subir... bem, mas isso é agora q digo isso, n naquela altura :P...
Aqui ficam as fotos do dia...
Pela manhã, a paisagem no topo era nublada...
TAÇA DISREGO 2008 - Resultados 2.ª Prova - Lagoa do Fogo
http://clube-nc.blogspot.com
Aproveitam e vêem o blog renovado ;)
Fiquem bem!
sexta-feira, março 28, 2008
TAÇA DISREGO em DH 2008 - Domingo, 30 de Março

quarta-feira, março 26, 2008
Esta já fez história...minha fiel "companheira"
terça-feira, março 25, 2008
Ciclismo de Estrada - TERCEIRA



Disputou-se no passado dia 9 de Março, Domingo, pelas 9h30, uma prova de ciclismo de estrada, a qual contou com a presença de 24 ciclistas, seus respectivas carros de apoio e juízes. Tudo correu dentro do previsto e até as condições atmosféricas ajudaram os ciclistas aos 44 duros quilómetros que os esperavam. O percurso era com a partida simbólica no negrito indo pela estrada regional nº1 sentido da serreta, indo em pelotão até ao inicio da Santa Bárbara aonde se efectuava a partida oficial, indo até aos Altares, virando á direita, até ao Pico da Bagacina, viravam á direita novamente indo até á Serra de Santa Bárbara e subiam até ás primeiras antenas.
Em termos individuais Rui Costa e Pedro Bartolomeu estiveram em destaque, colectivamente a Casa do Benfica na Ilha Terceira/Rogério e Ávila fez uma demonstração de força, não dando margem de manobra às equipas adversárias.
A competição
Logo após o sinal de partida oficial os homens da CBIT/Rogério e Ávila com Pedro Bartolomeu, Rui Costa e Jorge Nunes alternando entre si na frente do pelotão imprimiram uma mudança de ritmo seleccionando assim logo os melhores ciclistas. Na roda destes três ciclistas seguiam Rogério Aguiar, Alexandre Leonardes, Rui Correia ambos colegas de equipa e ainda Paulo Jesus, Adriano Toste, Samuel Pires e José Freitas. E assim se manteve até á subida a seguir ás lombas nas Doze Ribeiras aonde Rui Costa e Pedro Bartolomeu arrancaram, deixando todos os restantes atletas para trás demonstrando o excelente momento que atravessam. Durante os restantes kms de prova alternaram entre si na frente, ajudando-se mutuamente com mais predominância para Rui Costa que fez toda a subida dos Altares sozinho com Pedro Bartolomeu na sua roda, depois na parte plana alternaram novamente. No final Rui Costa da CBIT/Rogério e Ávila foi o justo vencedor, deixando Pedro Bartolomeu a 1 segundo. Estes dois atletas rodaram sempre juntos, e km a km destacaram-se dos restantes demonstrando um andamento diferente de todos os outros atletas visando outros horizontes.
A luta pelo último degrau do pódio foi disputada ao sprint entre Alexandre Leonardes e Jorge Nunes saindo-se melhor este ultimo, fazendo-se valer da sua experiência e com o evoluir da época a sua forma está em crescendo. Para Alexandre um jovem com 19 anos muito inexperiente, fazendo aqui a sua primeira prova dando mostras de que é um excelente valor para o futuro. O quinto posto foi para Rogério Aguiar mais um da CBIT/Rogério e Ávila, o veterano do ciclismo que tem demonstrado uma excelente vitalidade e muito regular. Rui Correia o penúltimo dos benfiquistas ficou logo atrás mostrando que está a aumentar a sua forma. O antigo campeão de ciclismo de estrada Samuel Pires da DEF Team, quedou-se pelo sétimo posto, com poucos treinos deu uma excelente réplica. Em oitavo José Freitas do TAC-Triatlo acusou falta de treino e experiência nestas andanças que são muito mais tácticas. Em nono Adriano Toste o ultimo ciclista da CBIT/Rogério e Ávila esteve também bem mas parte final teve muitas dificuldades. A fechar o top ten João Aníbal o primeiro do Clube Amigos do Cicloturismo da Ilha Terceira este veteraníssimo que se dá bem a subir não deixou seus créditos por mãos alheias dando monstras de boa forma, ficando á frente de muitos jovens.
Esta prova é a primeira de várias que se realizarão durante este ano, ficando a cargo da Total Bike.
Treino na RTP Açores

O nosso ultimo treino de conjunto, foi acompanhado pela equipa de reportagem "Máquinas e Lazer", a reportagem contém entrevistas ao Dr. Frederico Pacheco, e ao Luís Almeida que neste momento dirige os treinos da PH CLINIC.

domingo, março 23, 2008
Sem dúvida um “Score” 10 em 10...

Boas pessoal:
Na ultima semana tive o previlégio de ficar com a nova KTM Score Master, que o Stand Carreiro e Compª amavélmente me emprestou para teste..
Não sei por onde começar, apenas vêm á cabeça ESTA BIKE É UM ESPANTO!!!
Já havia exprimentado algumas suspenções totais (FS), como por exemplo a Trek Fuel 80 ou a Specialized FSR XC ou até algumas de Downhill, mas nunca tinha tido o prazer de montar um “puro-sangue” de XC como este. Á priori já esperava o comportamento caracteristico de uma FS, maior conforto, mais facilidade em levantar a bike do solo, maior tracção, etc.. Mas nada me havia preparado para o vasto leque de sensações que este “bicho” nos transmite! É impressionante a forma como a bike se cola ao solo, como nos permite entrar em curva e de lá sair a pedalar como loucos, os longos voos baixos que a dupla suspenção nos permite, bem como uma suave e controlada recepção, como estivessemos a aterrar em cima de dois puf’s!
A descer é impressionante a confiança transmitida pela bike, em que reacções típicas de uma Rígida (HT) tais como a traseira aos saltos de um lado para o outro, o corpo a querer saltar pelo guiador a fora ao ter sido projectado pelo selim, são fácilmente esquecidas e aquelas trajéctórias menos correctas que ás vezes escolhemos são em muito perdoadas pelo fantástico trabalhar das “rapozas” 32 F100 RLC e Float RP23.
Para este teste, tomei a liberdade e troquei o Racing Ralph Evo que a Score Master trazia na frente por um dos meus Continental Explorer 2.1 Supersonic, com vista a uma melhor aderência em curva, a qual não é o forte dos Ralph. Na minha modesta opinião, este pneu é um excelente rolador, quer pelo seu desenho quer pelo seu peso relativamente baixo e quando usado na roda traseira em pisos compactos e secos oferece uma tracção invejavél, mas em pisos mais soltos ou algo mais emlaneados o seu comportamento fácilmente passa de bestial, a besta.
A subir, além da esperada agilidade usual de uma bike com menos de 11 kgs é surprendente a tracção que esta apresenta, apenas tive necessidade de abrir o amortecedor em raras ocasiões quando arriscava linhas menos correctas a subir e com muita pedra solta mesmo para ver de que esta bike era capaz e se alguma vez tive de desmontar, garanto que o foi apenas por falta de técnica minha, acreditem, ela TREPA TUDO!
Quanto ao bombeio do amortecedor traseiro, usei-o na posição de Pro-Pedal 3 (Maior eficiência a pedalar quando na posição de Compressão), e o amortecedor permite-nos duas posições de compressão:
- Uma com o sistema aberto a qual apenas aconselho para superar aquelas subidas com o piso em muito mau estado (pedra solta, buracos, possiveis faltas de tracção) ou então para curtirmos á brava a descer.
- A outra posição, aumenta a compressão do amortecedor ao ponto de que a força do pedalar não cause o bombeio do amortecedor (nada mesmo!), até mesmo se pedalarmos em pé (desde que não andemos aos pulos, claro), mas ao mesmo tempo, mantém uma compressão baixa o suficiente, para que no caso de nos depararmos com algum obstáculo este consiga ser parcialmente absorvido, embora com uma absorção muito inferior à oferecida pela outra posição.
Em relação á F100 RCL é pena que a Fox este ano não tenha produzido a versão TerraLógic (Sistema com Válvula de Inércia), se bem que a suspensão vem com um regulador de compressão a baixa velocidade, que define a sensibilidade dos primeiros centimetros do curso, mas mesmo assim, em algumas ( poucas) ocasiões em que necessitamos de sair do selim para dar algumas pedaladas a suspenão rouba-mos alguma daquela preciosa e escassa força, lol.
Bem, por muito que eu tente me armar em esquisito e inventar pontos a serem melhorados e tal, não consigo esquecer o quão fenomenal é esta máquina e o imenso prazer que porporciona a alguém apaixonado por pedalar e que não dispense umas incurções um pouco mais intensas fora dos vulgares estradões de terra. Resta-me mais uma vez agradecer ao Stand. Carreiro e Compª. Pela oportunidade.
"Score VS Epic":
Bem, este é um assunto sensivél pelo que não me vou alargar muito, lol.
Ao par de estarmos a falar de bikes pensadas para utilizações um pouco diferentes em competição (a Score para Maratonas e a Epic para XC mais puro e duro) sou levado a pensar até que ponto será o Brain da Epic mais “Inteligente” que o ser Humano, noto que na Epic, muitas vezes em piso não completamente regular, mas mesmo assim perfeitamente toleravél numa bike com comportamento “rígido”, o amortecedor traseiro está desbloqueado e a absorver aquelas minúsculas irregularidades que não nos retiram conforto, mas mesmo assim “enganam” o amortecedor fazendo com que este bombeie um pouco.. Não será, neste tipo de circûnstâncias, um amortecedor com bloqueio manual mais eficaz ? Cabendo ao Atleta a decisão de quando e onde ter o amortecedor activo ou não ?
Fica aqui a questão, não me apedrejem, pois não estou a tentar desafiar a lógica e o engenho de marcas que gastam milhões a testar e desenvolver os mais eficazes sistemas de amortecimento.
Vou deitar-me que já se faz tarde, deliciem-se com as imagens ;)
Um abraço
...Ainda o Passeio/Treino ao Nordeste
...Podem analisar o que comem...e bebem os campeões :P
...O tão esperado ovo da Páscoa
... Apreciem o dinamismo da foto; o André a demonstrar como se parte um ovo... com a cabeça
... e finalmente o "bom da festa"... comer o chocolate!
Abraço, ppl!
Passeio de Cicloturismo a Nordeste - 22 Março

Eram vinte para as oito da matina
e já aqui o Carlos "Tonecas"
Silva estava na Matriz, à espera do octeto que se predispusera ao desafio lançado aqui no Blog: fazer a travessia Ponta Delgada - Nordeste, em bicicleta, à média de 22-24 Kms/h.
Depois do café da manhã, constatei a primeira presença - o Luis Almeida, e o seu Manager, o Resendes.
Aos poucos foram chegando os restantes ciclistas, incluindo o Jorge Medeiros, que integrava um trio já com cerca de 25 Kms nas pernas (vieram de bicicleta de Sto António Além Capelas), e também o André Arruda, com igual desgaste, após a solitária ligação desde Vila Franca.
Chega então a má notícia do dia - o Paulo Rebelo aparece desequipado e diz-me que comeu uma pizza estragada na quarta-feira, e que não está em condições de fazer o Passeio...
A baixa foi colmatada pelo Carlos Gonçalves, que decidiu, e bem, juntar-se à comitiva.

Pelas 8h15 deu-se então o inicio da tirada, com um tempo ameno e muito boa disposição.
Desde os primeiros metros que se incutiu um andamento vivo, que rondou os 25 Kms/h.
Após uma hora de viagem, já estávamos no Miradouro de Santa Iria.



O LUIS ALMEIDA, A FAZER A SUA "ESTREIA" ESTRADISTA EM TERRAS MICAELENSES
Aqui começaram as dificuldades... enquanto eu e o Paulo lutávamos desesperadamente contra o impulso de parar a carrinha e açambarcarmos os pães, bem recheados com o queijo Filadélfia que jazia na minha mochila (e olhem que não foi fácil - os pães emanavam uma fragância muito apetitosa !), como eu dizia, as dificuldades apareciam também aos atletas, que, a somar à intempérie, tinham agora também os declives do terreno, que se acentuavam.
Nesta altura já se começava a notar um pormenor: o João Paulo, apesar da sua tenra idade, não descolava do pelotão, aparentando sempre um grande à vontade em cima da bicicleta.

Finalmente veio o reconfortante duchinho, cortesia da Câmara Municipal de Nordeste, e a almoçarada, onde não faltou nada, nem mesmo um ovo da Páscoa...

O convívio à refeição foi muito gratificante, com muitos familiares e amigos a juntarem-se aos ases do pedal.